Responsabilidade Social

IDW-PNE

O fundador da MAP Cardoso tem na sua história como pesquisador, diversos trabalhos que demonstram de forma inequívoca a sua preocupação com uso da tecnologia voltada para a questão de inclusão social,e foi com grande satisfação que a MAP desenvolveu o seu módulo inovador PNE, para uso do Sistema Injet por deficientes visuais. Este módulo realiza inclusão social de pessoas com necessidades especiais (PNE) de acordo com a legislação vigente, que estabelece um percentual de contratação de pessoas com necessidades especiais em relação ao número total de empregados. Essa solução do IDW PNE vem ao encontro da necessidade de implantação de uma cadeia de ajuda (Help Chain) que possibilite apoio de comunicação para evitar a ocorrência de perdas ou discontinuidade do fluxo do processo produtivo. Os resultados obtidos tem comprovado uma diminuição de perdas, principalmente de paradas não programadas, através da maior celeridade das ações corretivas e do acompanhamento da produção. Alem de representar um exemplo de superação e comprometimento de quem apresenta o que possamos entender como sendo verdadeiramente dificuldades. Repetindo as palavras de um diretor industrial de uma das empresas que utilizam o IDW PNE: ` Obtivemos ganhos com redução de downtime (paradas) que justificam o projeto várias vezes, mas o nosso maior ganho foi o exemplo de superação que fez com que nesta empresa não se use mais o termo dificuldade, mas sim contra tempos a serem solucionados`.

 

Pne       

Mouse Ocular

O Mouse Ocular tem sua origem no ano de 1994. Quando o Prof. Manuel Cardoso, numa visita ao Hospital Universitario de Manaus, pôde observar um paciente com perda total de mobilidade e sem capacidade de comunicação oral, mas tendo lucidez para tentar se comunicar com um código de piscar de olhos. O silogismo usado foi de que: “todo movimento mecânico no corpo é realizado por músculo e todo músculo é excitado eletricamente”. O Prof. estudou o fisiologismo do olho humano no que se refere a movimentação do globo ocular e identificou a possibilidade de sensorizar seus respectivos sinais elétricos biológicos e tratá-los computacionalmente. O Mouse Ocular é formado por sensores colocados no rosto do paciente e que são conectados ao circuito eletrônico que amplifica dezenas de milhares de vezes e filtra estes sinais para separá-los de outros sinais elétricos biológicos que caracterizam o movimento do globo ocular para direita, para esquerda, para cima, para baixo e o piscar de olho esquerdo e olho direito.

 

    

 Secretária do laboratório usando o Mouse Ocular.

Voz do Mudo

Lembrando que a grande maioria das pessoas que não falam é devido a falta de audição, e que estas pessoas, em geral, fazem leitura labial para o entendimento do que as pessoas falam, mas a maioria das pessoas que falam e escutam não conhecem a linguagem de sinais (no Brasil a linguagem LIBRA), o que dificulta a comunicação dessas pessoas com os deficientes auditivos. O Prof. Manuel Cardoso desenvolveu uma luva com sensores anelares e uma interface para um computador portátil preso a cintura, que por sua vez tem uma interface de saída com um microfone colocado no bolso. Embarcado no computador portátil é utilizado um software que reconhece os gestos e os relaciona com palavras e frases pré-programadas pelo usuário, e num gesto de mão fechada, faz com que o computador portátil sintetize em voz eletrônica a leitura do texto de reconhecimento dos gestos.